12 de março de 2026
O encontro integra a programação do Seminário de Planejamento Estratégico e Governança do Sistema CFC/CRCs
Ontem, 11, o presidente do Ibracon – Instituto de Auditoria Independente do Brasil, Sebastian Soares, e o coordenador de Relações Internacionais do Comitê Brasileiro de Pronunciamentos de Sustentabilidade (CBPS) e membro da Comissão Nacional de Normas Técnicas (CNNT) do Ibracon, Leandro Ardito, participaram, respectivamente, dos painéis “Preparação para crises econômicas e o papel da contabilidade” e “Relatórios de Sustentabilidade e a nova agenda global” durante o Brazil PAO Summit 2026, realizado pelo Conselho Federal de Contabilidade.
O encontro integra a programação do Seminário de Planejamento Estratégico e Governança do Sistema CFC/CRCs e se configura como um espaço de diálogo internacional que reúne representantes de organizações profissionais contábeis, organismos multilaterais e especialistas para debater desafios globais da profissão e a contribuição das instituições contábeis para o fortalecimento da governança econômica.
No painel “Preparação para crises econômicas e o papel da contabilidade”, Sebastian Soares ressaltou que a tecnologia tem papel fundamental nesse processo, especialmente para organizações de menor porte. Segundo ele, muitas dessas empresas enfrentam limitações para investir em soluções sofisticadas, o que torna ainda mais importante ampliar o acesso a capacitação técnica, seminários e ferramentas tecnológicas de baixo custo ou gratuitas.
O presidente do Ibracon também chamou atenção para um desafio que afeta o ambiente de negócios em escala global: a crise de confiança provocada por escândalos corporativos e casos de corrupção. Nesses contextos, profissionais da contabilidade e da auditoria frequentemente estão entre os primeiros a ter sua atuação questionada quando surgem fraudes ou irregularidades.
Para ele, é necessário compreender que a governança corporativa envolve diversos agentes, como conselhos de administração, comitês de auditoria, auditores internos e externos, analistas de mercado e órgãos reguladores. “Todos são guardiões do mercado e precisam assumir suas responsabilidades dentro do processo de governança”, afirmou.
Fonte: Comunicação CFC
Por Comunicação Ibracon
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