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Terça-feira, 10 de Maio de 2022

Bitcoin põe o pé nos US$ 29 mil, mas se segura e volta aos US$ 32 mil

Aperto monetário, pressão inflacionária e possível recessão mundial alimentam aversão a ativos de riscos, entre os quais as criptos

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O bitcoin (BTC) foi negociado abaixo de US$ 30.000 nesta terça-feira, durante os mercados asiáticos, pressionado pelo aperto monetário mais forte do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) e pelo temor de uma recessão econômica mundial. No entanto, a maior criptomoeda em capitalização de mercado se segurou e ainda conseguiu retomar os US$ 32 mil.
 
Às 11h50 (horário de Brasília), o bitcoin (BTC) era negociado a US$ 31.270, queda de 4,36%, nas últimas 24 horas. A mínima no período foi de US$ 29.763 – menor valor do ano e em dez meses. A máxima de US$ 32.728. O ethereum (ETH), segunda cripto mais negociada, opera na contramão, com recuo de 1,02%, a US$ 2.372, segundo dados do CoinDesk.
 
A percepção de risco pode ser alimentada ainda mais pelo índice de preços ao consumidor na China, que será divulgado amanhã, e pode vir mais alto do que o esperado pelo mercado, reforçando a preocupação com a inflação global e validando o aperto monetário aplicado por diversos países, entre os quais a maior economia do mundo, os EUA.
 
Nesse cenário de aversão ao risco, os investidores se desfazem da parte de sua carteira e um desses ativos é o bitcoin, explica Fabio Louzada, economista, analista e presidente da escola Eu Me Banco. “O investidor, nesse momento, prefere ativos mais seguros, como o dólar e, com os juros subindo, fica mais atrativo correr para a renda fixa.”
 
“No curto prazo, a perspectiva é que o bitcoin continue caindo para testar o próximo suporte, em US$ 28 mil, quando poderemos ver uma recuperação”, aponta Felipe Medeiros, analista e sócio da Quantzed Criptos, empresa de tecnologia e educação financeira. “O bitcoin, e o mercado cripto em geral, tem se comportado como um ativo de risco atrelado a tecnologia, dependendo do restante do mercado para se recuperar.”
 
Fonte: Valor Investe - 10/05/2022

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