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Quinta-feira, 13 de Agosto de 2020

PIB da Zona do euro cai 12,1% no 2º trimestre, maior queda desde 1995, confirmam dados oficiais

Por Redação

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O PIB (Produto Interno Bruto) da zona do euro caiu 12,1% no segundo trimestre em comparação ao trimestre anterior e contraiu 15% em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (14) pelo Eurostat, o escritório de estatísticas da União Europeia (UE), confirmando os dados da primeira leitura divulgada no final de julho.

 

No conjunto dos 27 países da UE, o PIB caiu 11,7% no segundo trimestre perante os três meses anteriores e 14,1% na comparação com o mesmo período do ano passado.

 

Essas foram, de longe, as quedas mais acentuadas observadas desde o início da série histórica em 1995.

 

O desempenho de abril a junho colocou o bloco econômico em recessão técnica (definida por dois trimestres seguidos de retração). No primeiro trimestre, a economia da zona do euro registrou queda de 3,6%, e a da União Europeia, contração de 3,2%.

 

Entre os países cujas informações já foram divulgadas, a Espanha registrou a maior contração no trimestre, na comparação com os três meses anteriores: 18,5%. Em Portugal, a queda foi de 13,9%, na França, de 13,8%, na Itália, de 12,4%, e na Alemanha, 10,1%.

 

Já a Polônia teve queda de 8,9% no 2º trimestre e entrou em recessão pela primeira vez desde o fim do comunismo.

 

O Eurostat também informou que o número de pessoas empregadas caiu 2,8% no segundo trimestre face ao primeiro trimestre na zona do euro. Esta foi a maior queda trimestral no emprego desde que os registos começaram, em 1995.

A última queda recorde havia sido registada no primeiro trimestre de 2009, quando recuou 0,8%.Desempenho do PIB dos países europeus.

O superávit comercial da zona do euro com o resto do mundo saltou em junho para 21,2 bilhões de euros uma vez que o recuo das importações de bens do bloco superou a queda das exportações em meio em meio a perdas globais no comércio devido à pandemia de Covid-19.

A Eurostat informou nesta sexta-feira que o superávit comercial de junho foi maior do que o registrado um ano antes, quando o bloco teve saldo positivo de 19,4 bilhões de euros. A leitura também superou a expectativa de superávit de 12,6 bilhões.

O dado foi resultado de uma queda de 12,2% nas importações, o que mais do que compensou o recuo de 10% das exportações, mostraram as estimativas.

Fonte: Site G1 - 13/08/2020

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