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Sexta-feira, 08 de Fevereiro de 2019

BRF conclui plano de reestruturação

Por Redação

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A BRF espera elevar sua margem de lucro em 2019, atingir a normalidade do indicador no ano que vem e superar o índice em 2021, após a conclusão de plano de reestruturação da companhia, que não conseguiu levantar todos os R$ 5 bilhões pretendidos com a venda de ativos.

Em teleconferência com jornalistas nesta quinta-feira (07), após anunciar a última leva de venda de ativos da companhia, o presidente-executivo da BRF, Pedro Parente, afirmou que a empresa chegou a analisar oportunidades de vendas adicionais, mas considerou que tais operações são estratégicas e que o caixa da empresa é suficiente para lidar com suas obrigações de dívida.

“Buscamos como meta de cruzeiro para alavancagem entre 1,5 vez e 2 vezes [o Ebitda]. Estabelecemos para 2019 meta de 3,65 vezes. A partir daí, vamos buscar entre 1,5 vez e 2 vezes o mais rapidamente possível”, disse Parente.

“Para margens Ebitda, o que estamos dizendo é que queremos 2019 superior ao ano passado. Em 2020, queremos voltar aos níveis históricos e em 2021 margens acima do histórico”, acrescentou, sem informar qual seria este nível.

O vice-presidente executivo global da companhia, Lorival Luz, disse que a BRF está com nível de estoque de produtos em 2019 de 1,5 vez o necessário para suas operações neste ano, uma situação melhor em relação a 2018, quando a Europa suspendeu importações de carne de frango de várias fábricas brasileiras.

“Não teremos essa pressão em 2019 para desova de produtos”, afirmou. Parente disse também que espera retomar os níveis de embarques para Arábia Saudita.

Tyson Foods

A empresa anunciou ainda nesta quinta-feira a venda de operações na Europa e Tailândia para a norte-americana Tyson Foods por US$ 340 milhões. A venda de ativos para a Tyson incluiu quatro fábricas na Tailândia, uma na Holanda e uma no Reino Unido.

Fonte: Jornal DCI - 08/02/2019

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