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Quinta-feira, 05 de Outubro de 2017

Ibracon e IBGC lançam manual com Orientações sobre Comitês de Auditoria

Manual

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O Ibracon – Instituto dos Auditores Independentes do Brasil e o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) lançaram durante o 18º Congresso do IBGC, a publicação do manual “Orientações sobre Comitês de Auditoria”. O congresso foi realizado entra os dias 2 e 3 de outubro, em São Paulo.

A publicação teve a contribuição dos associados das entidades decorrentes da Audiência Pública sobre Comitês de Auditoria.

O comitê de auditoria é um órgão relevante de assessoramento ao conselho de administração, que auxilia no monitoramento da qualidade de demonstrações contábeis, mas também no que se refere aos controles internos, à conformidade, à integridade e ao gerenciamento de riscos da organização. O comitê visa à confiabilidade e à integridade das informações para proteger a organização e todas as partes interessadas.

A publicação foi desenvolvida por Grupo de Trabalho (GT) formado por membros do Ibracon e do IBGC.

Participaram do Congresso e do lançamento do manual, Eduardo Pocetti, presidente do Conselho de Administração; Idésio Coelho, presidente do Ibracon; Adelino Dias Pinho, diretor de Regionais; Sergio Dias, presidente da 5ª SR; Carlos Pires, diretor Técnico da 5ª SR; Guy Almeida Andrade, associado ao Ibracon e ex-presidente do Conselho de Administração do Ibracon; e Marco Aurélio Fuchida, superintendente geral do Instituto.

Clique aqui e tenha acesso gratuito ao manual “Orientações sobre Comitês de Auditoria”.

Pesquisa inédita do Ibracon sobre Comitê de Auditoria Estatutário (CAE)

O Ibracon divulgou recentemente na imprensa os resultados do “Estudo sobre a adoção do Comitê de Auditoria Estatutário (CAE)”. A pesquisa inédita conduzida pelo Instituto, utilizou como base as empresas listadas na BM&FBOVESPA para apurar benefícios, dificuldades e motivos para a adoção do CAE ou órgão equivalente nas companhias abertas brasileiras. As principais conclusões revelam que: a determinação do Conselho de Administração é o principal motivo para a constituição do CAE; a possibilidade de manutenção da firma de auditoria independente por mais de cinco anos está pouco relacionada ao interesse das companhias implantarem o CAE; o custo não é considerado relevante. A estrutura operacional atual considerada como suficiente e as possíveis responsabilidades estatutárias para os membros do CAE são consideradas dificuldades  para as companhias que não possuem comitês de auditoria adotarem o CAE.

“A pesquisa foi realizada por meio de entrevistas com membros dos Conselhos de Administração, na maioria dos casos os presidentes. A metodologia identificou três perfis de empresas: as que possuem CAE nas condições exigidas pela instrução CVM 509 (30% das respostas); as que possuem Comitês de Auditoria ou órgãos equivalentes, mas que não seguem a instrução da CVM (40% das respostas); e as que não possuem CAE nem órgão equivalente (30% das respostas). O Conselho Fiscal não foi considerado, para fins dessa pesquisa, como órgão equivalente ao CAE.

Para mais informações sobre o Estudo conduzido pelo Ibracon,clique aqui



Por Comunicação Ibracon

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